sexta-feira, 21 de novembro de 2014


"Ter um irmão é ter, pra sempre, uma infância lembrada com segurança em outro coração."




terça-feira, 18 de novembro de 2014


Um projeto lindo e emocionante!




SEJA SOLIDÁRIO FAÇA PARTE DE UMA CAMPANHA ISSO FARA BEM PARA VOCÊ E PARA QUEM RECEBE SEU CARINHO 





SEJA COMPANHEIRO..5

   um filho pergunta à mãe: 
- Mãe, posso ir ao hospital ver meu
amigo? Ele está doente!
- Claro! Mas o que ele tem?
O filho, com a cabeça baixa, diz:
- Tumor no cérebro.
A mãe, furiosa, diz:
- E você quer ir lá para quê? Vê-lo morrer?
O filho lhe dá as costas e vai...
Horas depois ele volta vermelho de tanto chorar, dizendo:
- Ai mãe, foi tão horrível, ele morreu na minha frente!
A mãe, com raiva:
- E agora?! Tá feliz?! Valeu a pena ter visto aquela cena?!
Uma última lágrima cai de seus olhos e acompanhado de um sorriso, ele diz:
- Muito, pois cheguei a tempo de vê-lo sorrir e dizer:
- "EU TINHA CERTEZA QUE VOCÊ VINHA!!!"
**Moral da história: A amizade não se resume só em horas boas, alegria e fe
sta..    

A amizade " Amizade é um laço lindo que contruimos, sem amozide agente fica triste e doente, pois não temos com quem desabafar e nem dividir a alegria, as tristezas...Em fim posso lhe dizer que ter amigos é um dom!
Um dom muiitoo especial, se você não tem amigos, faça!

Se você tem amigos, faça mais e viva feliz =D " 

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

se você gostou do blog interaja comigo ajude uma vida e sorria com a dadiva de deus
Viver é a maior dádiva que Deus nos deu, infelizmente muitas das vezes não valorizamos isso. Se pararmos para pensar, independente de qualquer situação ou circunstância que estivermos enfrentando, existe uma saída, é justamente por isso que não podemos deixar que as crises do nosso cotidiano nos impeça de usufruir da dádiva que é estar vivo.
Problemas existem para serem enfrentados e vencidos, não para tirar de nós o direito de viver. Precisamos está cientes que foi para viver que viemos para esse mundo e que precisamos aproveitar da melhor maneira possível cada momento.

Então viva, não deixe que nada lhe atrapalhe.

seja feliz


  •            seja assim cuide sempre de quem ti ama

Diferenças entre câncer infantil e de adultos

É importante que o tratamento seja feito em centros especializados, porque tanto a criança com câncer quanto sua família tem necessidades especiais.
Centros especializados, como o do A.C.Camargo Cancer Center, contam com oncopediatras, especialistas em cirurgia e radioterapiaenfermeiras treinadas para lidar com crianças. Essas equipes incluem aindapsicólogosnutricionistasfisioterapeutas e pessoal especializado em cuidados paliativos e no acompanhamento da criança após o tratamento.
O câncer em crianças e adolescentes é raro e, nos Estados Unidos, por exemplo, responde por 1% do total de casos de doença. Por aqui, ele é igualmente raro e a expectativa de casos novos gira em torno de 1 entre 300 crianças e adolescentes. Os tipos de câncer que aparecem em crianças e adolescentes são diferentes dos que acometem os adultos. E, embora existam exceções, os cânceres infantis respondem bem à quimioterapia, que costuma ser bem tolerada pelas crianças. Mas como a quimioterapia tem efeitos de longo prazo, crianças que passam pelo tratamento precisam ter acompanhamento pelo resto da vida.

O que é

Leucemia é o câncer das células que dão origem às células do sangue. Geralmente, ela é definida como ocâncer dos glóbulos brancos, mas pode atingir outras células também. A leucemia tem origem na medula óssea (tutano) e dali passa para o sangue. Do sangue, ela pode atingir gânglios linfáticos, baço, fígado, sistema nervoso central (cérebro e coluna vertebral), testículos e outros órgãos. Outras neoplasias infantis, como os neuroblastomas, linfomas e sarcomas, originam-se em outros órgãos e podem ter metástases para a medula, mas não são leucemias.
medula óssea é o tecido que fica no interior dos ossos e onde todas as células do sangue (glóbulos vermelhos, brancos e plaquetas) são produzidas. Nas crianças, a medula ativa é encontrada em praticamente todos os ossos, enquanto nos adolescentes ela é encontrada principalmente nos ossos planos ou chatos (crânio, omoplatas, costelas, esterno e pelve) e nas vértebras.
A medula é composta por células-tronco do sangue, células gordurosas e tecidos que ajudam no crescimento e amadurecimento das células sanguíneas. Quando as células-tronco do sangue (ou células hematopoiéticas) se dividem, elas dão origem a uma nova célula-tronco e a uma célula primitiva que pode estar comprometida com produção de células maduras e especializadas representadas por glóbulos brancos, hemácias e plaquetas.

Dentre os glóbulos brancos destacam-se as células de origem linfóide, que produzem linfócitos e podem dar origem à leucemia linfocítica aguda (LLA). As células primitivas das linhagens eritrocitária ou plaquetária, ou os glóbulos brancos precursores de neutrófilos, podem produzir leucemias mielóides agudas, ou melhor dizendo, leucemias não linfocíticas agudas (LNLA).
Os glóbulos vermelhos levam o oxigênio dos pulmões para todos os outros tecidos do organismo. A escassez de glóbulos vermelhos (anemia) causa fraqueza, cansaço e problemas respiratórios.
Plaquetas são células que, na medula provêm de megacariócitos. As plaquetas participam dos mecanismos da coagulação. A escassez de plaquetas é chamada trombocitopenia e pode resultar em sangramentos excessivos e aparecimento de hematomas.
Os glóbulos brancos, também chamados de leucócitos, ajudam a defender o organismo contra vírus, bactérias e fungos e há vários tipos deles, cada um com um papel especial na defesa do organismo contra as infecções. Os três principais tipos são granulócitos, monócitos e linfócitos.
Linfócitos são as principais células do tecido linfático, o principal componente do sistema imunológico, composto por diferentes tipos de células que trabalham juntas para combater infecções e alguns tipos de câncer. Esse sistema também reage contra tecidos estranhos ao organismo, como órgãos transplantados, por exemplo.

O tecido linfático é encontrado em várias partes do corpo, incluindo os gânglios (ou nódulos) linfáticos, timo, baço, amígdalas e adenóides, e medula óssea. Ele também aparece disperso em outros sistemas como o digestivo e o respiratório. Todos esses tecidos linfáticos se conectam, formando o chamado sistema linfático. Os linfócitos circulam por esse sistema e entram na corrente sanguínea.
Os linfócitos são as principais células do tecido linfático e são as células em que tem origem a leucemia linfocítica (ou linfóide).
Há dois tipos principais de linfócitos, os linfócitos B (ou células B) e os linfócitos T (ou células T). Embora ambos possam desenvolver leucemias, as leucemias de células B são bem mais comuns que as de células T.
Os linfócitos T e B normais têm diferentes funções no sistema imunológico. Os linfócitos B ajudam a proteger o organismo contra bactérias e vírus através da produção de anticorpos. Anticorpos se ligam a certos compostos químicos presentes na superfície de bactérias e vírus. Isso atrai outro tipo de glóbulos brancos, os granulócitos, que digerem o vírus ou bactéria. Anticorpos também atraem certas proteínas que destroem bactérias perfurando-as.
Os linfócitos T protegem o organismo contra substâncias estranhas (aquelas que não estão presentes no corpo). Eles migram em direção a células infectadas e as destroem. Os linfócitos T também liberam substâncias chamadas citocinas que atraem outros tipos de glóbulos brancos, como os macrófagos, que envolvem e digerem as células infectadas. Os linfócitos T também destroem alguns tipos de células cancerosas bem como células de órgãos transplantados - por isso os pacientes tomam drogas para evitar a rejeição.
Linfócitos T e B normais podem ser reconhecidos por testes de laboratório que identificam substâncias químicas presentes na superfície dessas células, algumas aparecem apenas nos linfócitos T e outras apenas nos B. Na verdade, existem vários tipos de linfócitos T, cada um com uma função especializada. Há também vários estágios de desenvolvimento e amadurecimento das células, que podem ser identificados por esses exames. Isso é importante porque, em determinado estágio, leucemias que têm origem nessas células tendem a parecem com um subtipo de linfócitos normais.
Gânglios linfáticos (ou nódulos linfáticos ou linfonodos) são órgãos nodulares presentes em todo o organismo e conectados por um sistema de vasos linfáticos. Esses vasos são como veias e artérias, mas, em vez de transportar sangue, transportam linfa, um fluido transparente que contém dejetos e drena o excesso de líquido dos tecidos, além de células do sistema imunológico.
Nódulos linfáticos aumentam e incham quando combatem uma infecção, principalmente nas crianças. Quando eles crescem por causa de infecção são chamados nódulos reativos ou hiperplásicos. Nas crianças, um gânglio aumentado não é incomum, mas às vezes pode ser sinal de leucemia.
O baço fica do lado esquerdo do corpo, na parte inferior das costelas e é a maior concentração de tecido linfático no organismo. O baço produz linfócitos e outras células do sistema imunológico para combater infecções, além de armazenar células sanguíneas saudáveis e remover células do sangue velhas, bactérias e restos de células. Se alguma doença impede que a medula óssea fabrique células do sangue, o baço pode assumir essa função.
O timo é uma glândula situada na frente do coração. Antes do nascimento, essa glândula desempenha um papel importante no desenvolvimento dos linfócitos T. Embora seu tamanho e importância para o sistema de defesa sejam maiores durante os primeiros meses de vida da criança, ela continua a funcionar por toda a vida.
Adenóides e amígdalas são aglomerados de tecido linfático situado atrás da garganta. São fáceis de ver quando inflamadas durante uma infecção ou quando se tornam cancerosas.
Granulócitos tem origem numa célula primitiva chamada mieloblasto que podem ter reprodução neoplásica que resulta na leucemia mielóide aguda. Granulócitos destroem microrganismo, como bactérias. O principal tipo de granulócito é chamado de neutrófilo ou leucócito polimorfonuclear. Os outros dois tipos são os basófilos e os eosinófilos. Eles se distinguem pelo tamanho e coloração de seus grânulos (pontos vistos nas células ao microscópio). Esses grânulos contêm substâncias químicas que ajudam a combater microrganismos invasores. Os granulócitos passam por várias alterações na medida em que amadurecem de mieloblastos a células que combatem infecções. Uma vez liberados na corrente sanguínea como células maduras, circulam por breves períodos de tempo (geralmente, poucas horas), de forma que precisam ser repostos constantemente.
Monócitos também protegem o organismo contra microrganismos. Depois de passar pela corrente sanguínea, eles entram nos tecidos e se tornam macrófagos, que podem destruir germes cercando-os e digerindo-os. Macrófagos também ajudam os linfócitos a reconhecer germes para que fabriquem anticorpos para combatê-los.

Tipos de leucemia em crianças

As leucemias podem ser agudas (de progressão rápida) ou crônicas (de progressão lenta). Praticamente todas as leucemias infantis são agudas. Há dois topos de leucemia aguda:
- Leucemia linfocítica aguda (LLA, também chamada leucemia linfóide aguda), que tem origem nas células linfóides da medula.
- Leucemia mielóide aguda (LMA ou mielocítica ou leucemias não-linfocíticas agudas), que têm origem nas células que formam os glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas.
As leucemias crônicas também se dividem em dois tipos, a leucemia linfocítica crônica (LLC) e a leucemia mielóide crônica (LMC). Estas duas formas são bastante raras em crianças, embora a mielóide crônica possa atingi-las e seja tratada da mesma forma que nos adultos.
Há ainda um outro tipo raro de leucemia que não é nem crônica nem aguda, a leucemia mielomonocítica juvenil, que tem origem nas células mielóides, mas não progride depressa como a mielóide aguda, nem tão lentamente quanto a mielóide crônica. Estas crianças geralmente apresentam elevada contagem de glóbulos brancos e de baço aumentados.
As leucemias são classificadas de acordo com sua aparência ao microscópio e com o resultado de testes bioquímicos e genéticos. Para facilitar sua visualização, as células são examinadas com corantes especiais que alteram a coloração de diferentes partes das células. Embora algumas leucemias possam ser facilmente classificadas por esse método, a maioria exige técnicas citoquímicas especiais para identificar a presença de certas substâncias no interior das células. Com freqüência, certos exames especiais são necessários para determinar precisamente qual o tipo de leucemia, o que é importante para escolha do tratamento. Diferentes leucemias têm diferentes prognósticos (chances de sobrevivência). Os testes usados na classificação das leucemias incluem:
- Citometria de fluxo: essa técnica é muito usada para analisar células da medula óssea, nódulos linfáticos e sangue para determinar o tipo de leucemia. As células leucêmicas podem ser identificadas pelas moléculas de sua superfície ou seu interior. As células passam em frente a um raio laser e se a amostra contiver células com determinados anticorpos associados a elas, o laser faz com que emitam luz, que é medida e analisada por computador.
- Exame citogenético ou cariótipo: é o estudo que detecta alterações nos cromossomos. As células humanas normais contêm 23 pares (46) cromossomos. Em alguns tipos de leucemia, parte de um cromossomo aparece ligada a outro cromossomo, uma alteração chamada translocação, que pode ser vista ao microscópio.
- Testes de DNA: que mostram alterações no DNA das células

Leucemia Linfocítica Aguda (LLA)

A leucemia linfocítica aguda (LLA) é um câncer das células que dão origem aos linfócitos, chamadas linfoblastos. No passado, era subdividida em três tipos baseados na aparência das células doentes ao microscópio.
- L1 é o tipo mais comum em crianças. Os linfoblastos aparecem como células pequenas.
- L2 responde por 10% dos casos de LLA. Estas células são maiores.
- L3 é o subtipo mais raro.
Este sistema não é mais usado porque existem meios melhores e mais precisos de classificar a leucemia linfocítica aguda (LLA) e só foi incluído aqui porque alguns médicos ainda usam essas categorias. É mais interessante, porém, classificar a doença a partir da presença de certas substâncias chamadas antígenos presentes nas células, bem como anomalias presentes nos genes e cromossomos das células de leucemia.
As leucemias são também classificadas pelo status das células B ou T:
Tipo Freqüência
Pré-B inicial 57%-65%
Pré-B 20%-25%
Célula B 2%-3%
Célula T 13%-15%
LLA de células B: Cerca de 85% das LLAs são de células ou linfócitos B e o subtipo mais comum é o de precursor B inicial. O segundo subtipo é o pré-B, que responde por entre 20% a 25% dos casos de leucemias de células ou linfócitos B. O terceiro e mais raro é a leucemia das células B maduras, que responde por 2% a 3% dos casos de LLAs infantis e também é chamado de leucemia de Burkitt. Como a doença é essencialmente a mesma que linfoma de Burkitt, ela é tratada de forma diferente das leucemias e é discutida na seção Linfoma não Hodgkin Infantil.
LLA de células T: De 13% a 15% das crianças com LLAs têm LLA de células ou linfócitos T. Esse tipo de leucemia é mais comum em meninos do que em meninas e geralmente atinge crianças mais velhas que as LLAs de células B. Geralmente, é associada ao aumento do timo (que às vezes pode causar dificuldades respiratórias) e com a rápida disseminação para o líquido cefalorraquidiano, que banha o cérebro e a coluna vertebral.

Leucemia Mielocítica Aguda (LMA)

A leucemia mielóide aguda (LMA) ou leucemia não-linfocítica aguda é o câncer de um dos seguintes tipos de células imaturas de medula óssea:
- mieloblastos - células que normalmente formam granulócitos;
- monoblastos - células que normalmente se transformam em monócitos;
- eritroblastos - células que normalmente amadurecem e se tornam glóbulos vermelhos;
- megacarioblastos - células que normalmente se tornam megacariócitos, que dão origem às plaquetas.
Ela pode ser distinguida da LLA pelos exames morfológicos e citoquímicos e, com maior precisão, pela chamada imunofenotipagem através de citometria de fluxo. Todos os subtipos da LMA são também chamados de Leucemias não-linfocíticas agudas (LNLAs). Sua incidência é de 5 para cada 1 milhão de crianças menores de 15 anos e acomete principalmente crianças até 2 anos de idade, sendo mais rara após esta faixa etária.
M1, M2 e M3 (respectivamente mielógena aguda indiferenciada, mielógena aguda diferenciada e promielocítica aguda): são leucemias dos granulócitos e identificáveis ao microscópio, após o uso de corantes citoquímicos.
- M4 e M5 (respectivamente, mielomonocítica aguda e monocítica aguda): são duas formas de leucemia monocítica, que ocorrem com mais freqüência em crianças com menos de 2 anos de idade.
- M6 (eritroleucemia): se desenvolve nos eritroblastos, as células que normalmente amadurecem para se tornar glóbulos vermelhos e é bastante rara em crianças.
- M7 (megacarioblástica): se desenvolve nos megacariócitos e tem uma aparência única, a de pequenos brotos que lembram a maneira como as plaquetas são normalmente produzidas.

Leucemias de linhagens híbridas ou mistas

Algumas leucemias têm características tanto das LLAs e LMAs tanto quando observadas ao microscópio, como quando submetidas à citometria de fluxo ou ao exame de cariótipo. São formas bifenotípicas e de alta gravidade.
As leucemias são as doenças malignas mais comuns em crianças e adolescentes e representam 30% do total de casos. As leucemias linfocíticas agudas representam 78% do total e são mais comuns em crianças entre 2 e 3 anos de idade. As mielóides agudas praticamente totalizam as demais, são mais freqüentes em crianças com menos de 2 anos e adolescentes.
As taxas de sobrevida de LLA infantil deram um salto nos últimos anos e estão em torno de 85%, basicamente por causa de avanços no tratamento. A sobrevida das crianças com LMA também subiu, mas os índices de cura são bem menores. Esses indicadores se baseiam nos tratamentos realizados e avaliados nas últimas décadas e são constantemente revisto à luz da melhoria do tratamento, o que significa perspectivas ainda melhores para as crianças com diagnóstico recente.

domingo, 16 de novembro de 2014

VIVA COMO NUNCA VIVEU

Viver é a maior dádiva que Deus nos deu, infelizmente muitas das vezes não valorizamos isso. Se pararmos para pensar, independente de qualquer situação ou circunstância que estivermos enfrentando, existe uma saída, é justamente por isso que não podemos deixar que as crises do nosso cotidiano nos impeça de usufruir da dádiva que é estar vivo.
Problemas existem para serem enfrentados e vencidos, não para tirar de nós o direito de viver. Precisamos está cientes que foi para viver que viemos para esse mundo e que precisamos aproveitar da melhor maneira possível cada momento.

Então viva, não deixe que nada lhe atrapalhe.